Os mesmos conflitos se repetem
As pessoas mudam, mas determinadas dores e formas de se relacionar parecem voltar.
Relacionamentos na vida adulta
Conflitos que se repetem, medo de perder, dificuldade de colocar limites ou a sensação de não ser compreendida podem transformar relações importantes em sofrimento.
Psicoterapia particular em Santa Maria/RS para adultos e jovens adultos, especialmente mulheres que atravessam questões comuns dos vinte e poucos e trinta e poucos anos.
Isso se parece com o que você vive?
Nem todas as pessoas vivem essas questões da mesma forma. Estes são pontos de identificação, não um diagnóstico.
As pessoas mudam, mas determinadas dores e formas de se relacionar parecem voltar.
Você cede, evita conversas ou deixa suas necessidades de lado para preservar a relação.
Receio de abandono, rejeição ou conflito dificulta se posicionar com mais liberdade.
Uma escuta para a sua história
Relacionamentos amorosos, familiares e afetivos carregam histórias, expectativas e modos de vínculo construídos ao longo da vida.
A psicoterapia cria um espaço reservado para escutar o que você sente, reconhecer padrões e compreender como você tem se posicionado nas relações.
Não há fórmula pronta para um relacionamento. Há uma escuta ética e individualizada para o que cada vínculo mobiliza em você.
Abordagem psicanalítica
Um espaço reservado para falar livremente sobre o que tem acontecido.
Não há resposta pronta: cada pessoa tem sua história, seus afetos e a sua forma de elaborar.
O processo se constrói ao longo do tempo e pode ser ajustado conforme a demanda.
Quem vai te acompanhar
Psicóloga · CRP 07/18692
Sou psicóloga formada em 2010 pela UFN, com mestrado em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS. Minha trajetória inclui experiência em saúde mental coletiva, atendimento individual e orientação pela Psicanálise.
Meu trabalho oferece uma escuta cuidadosa, sem fórmulas prontas, para que cada pessoa possa compreender o que vive em sua singularidade.
Dúvidas frequentes
Informações sobre o atendimento particular.
No momento, os atendimentos são realizados apenas de forma particular.
O trabalho tem orientação psicanalítica, uma abordagem que valoriza a escuta e a singularidade de cada pessoa.
Não há tempo fixo. O processo depende da complexidade da demanda, frequência das sessões, nível de envolvimento do paciente e outros fatores.
A frequência é semanal e pode ser ajustada conforme a demanda do paciente.
Seu primeiro passo pode ser uma conversa
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